Bianca Andrade conta como lidou com a coparentalidade desde a separação, enfrentando a difícil decisão de ficar longe do filho por uma semana. Você já pensou como é conciliar cuidado, terapia e exposição pública? Aqui ela explica o processo e a parceria com o pai do Cris.
A divisão de semanas e a adaptação emocional de mãe e filho
Bianca Andrade optou por dividir as semanas do filho entre as casas. Essa rotina traz previsibilidade e facilita a organização dos cuidados diários.
Como funciona a rotina semanal
A criança fica uma semana com cada responsável, alternando conforme o acordo. Essa alternância precisa ser combinada com cuidado e comunicação clara entre os pais.
Adaptação emocional de mãe e filho
É comum sentir culpa ou insegurança ao ficar longe por alguns dias. A mãe pode buscar terapia e apoio para processar essas emoções de forma saudável. O filho também reage com saudade, mudanças no sono ou no apetite.
Rituais simples ajudam a manter o vínculo, como videochamadas diárias e livros lidos à noite. Manter rotinas semelhantes nas duas casas dá segurança para a criança. Na coparentalidade, o diálogo entre os pais evita conflitos e protege o bem-estar do filho.
Organizar um calendário e dividir responsabilidades reduz o estresse do dia a dia. Ter um plano escrito ajuda quando surgem dúvidas ou imprevistos.
Terapia, medo do julgamento público e a parceria saudável com o pai
Bianca Andrade buscou terapia para lidar com ansiedade e culpa na coparentalidade.
Terapia e autocuidado
A terapia ajuda a entender emoções e a criar estratégias práticas.
Você aprende a aceitar limites e a cuidar do seu bem-estar emocional.
Medo do julgamento público
O receio do julgamento faz muitos pais se sentirem expostos.
Compartilhar detalhes nas redes sociais pode aumentar essa ansiedade imediata.
Focar no filho e em rotinas ajuda a diminuir essa pressão constante.
Parceria saudável com o pai
Conversas honestas e combinados claros criam segurança para toda a família.
No caso, a parceria com Fred Bruno mostra respeito e divisão de tarefas.
Marcar horários e manter regras parecidas em ambas as casas ajuda muito.
Dicas práticas
Use videochamadas curtas para manter contato nos dias separados.
Escrevam um calendário compartilhado e atualizem sempre que surgir algo.
Procurem apoio de amigos ou familiares quando for preciso.
Lembre-se: o foco é o bem-estar do filho, não a opinião alheia.
Fonte: Portal Leo Dias



